segunda-feira, 7 de abril de 2008

III DOMINGO DA PÁSCOA

Meus irmãos e minhas irmãs, neste domingo, a Palavra de Deus nos convida a fazermos a experiência do amor, a experiência da ressurreição. A primeira leitura (Atos 2, 14.22-33) trás para nós o exemplo daquele que fez a experiência da ressurreição: Pedro, porta voz dos discípulos exorta o povo recordando a Sagrada Escritura. Aquele que morreu havia ressuscitado porque era maior que todos os profetas, até mesmo do patriarca Davi.
O mundo necessita de testemunhas da ressurreição. Não fomos resgatados pelo ouro ou pela prata, mas pelo precioso Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo como nos afirma a 1 Carta de São Pedro 1, 18-19, essa deve ser a nossa profissão de fé.
Diante da realidade do Brasil ser considerado o maior país católico do mundo é também o país de maior desigualdade social, somos convocados a ser testemunhas da fé que professamos. Ser cristão católico além das portas da Igreja. Precisamos sair da dimensão do ter e nos preocuparmos com o ser. O que vai fazer a diferença no mundo é o que somos. Por isso devemos ser sinais de ressurreição, não ficarmos inconformados, revoltados por qualquer coisa que nos acontece.
Os discípulos de Emaús no Evangelho (Lucas, 24, 13-35) voltaram para sua terra, para suas casas entristecidos, com os olhos presos na aparência dos acontecimentos. Eles se afastaram de Jerusalém, terra do conflito, mas também da glória.
Permanecer em Jerusalém significa para nós não nos afastarmos por não compreendermos o que nos acontece, mas permanecer na nossa Jerusalém e deixar o nosso coração passar pela dor e experimentar a alegria da ressurreição. Fazer a experiência da fé.
Jesus recorda aos discípulos as promessas de Deus. Devemos olhar além das aparências, buscarmos ter um olhar de fé. Partilhamos o Pão da Palavra e o Pão Eucarístico, que essa prática deixe de ser apenas mais uma prática, mas verdadeiramente que essa prática transforme todo o nosso ser, porque seremos julgados segundo as nossas obras (1 Pedro 1, 17-21). Não adianta rezar rosário, vir à Missa todos os dias se não nos deixarmos transformar pela Palavra e pela Eucaristia.
Que nossa oração de todos os dias seja: Fica conosco Senhor!

Síntese da homilia de Pe. Wallace Zanon

domingo, 6 de abril de 2008

I ASSEMBLÉIA COMUNITÁRIA - Comunidade São Geraldo Magela

Realizou-se hoje a I ASSEMBLÉIA COMUNITÁRIA da Comunidade São Geraldo Magela de nossa Paróquia. Com o tema: Comunidade, lugar privilegiado de comunhão, a assembléia aconteceu no salão paroquial com a participação ativa dos coordenadores e agentes de pastorais, movimentos e ministérios que servem à comunidade.
Agradecemos a Deus por mais essa conquista. Deus abençoe a todos!



Pe. Luciano animando o seu povo...


Rosane: coordenadora do Conselho Pastoral Comunitário

na condução da Assembléia

Conselho Pastoral Comunitário da Comunidade São Geraldo Magela
Ministério de Música DOM DE DEUS animando a assembléia com participação do nosso amigo Zezinho do Ministério de Música Pequeno Rebanho Ventura: Comunidades Eclesiais de Base e protagonismo dos leigos



Marquinho: história de nossa Diocese



Pe. Luciano acompanhando atentamente as colocações


Cidinha: Documento de Aparecida
Povo de Deus reunido


Encerramento: Pe Luciano encorajando e exortando o rebanho a ele confiado:

"Não podemos servir como se estivéssemos fazendo um favor à Deus. Não podemos dar migalhas, pois Ele nos deu tudo! Você não perderá nada dando tudo a Deus!"

FORMAÇÃO LITÚRGICA

Foi realizado neste sábado (05/04/08), no salão paroquial, o encontro de FORMAÇÃO LITÚRGICA para todos os membros da Pastoral Litúrgica e Música Litúrgica, Ministros Extraordinários da Distribuição da Eucaristia e da Pregação da Palavra de Deus e Cerimoniários.
Esta primeira etapa da formação baseada no livro: O Banquete do Cordeiro de Scott Hahn, teve como tema: a origem dos ritos litúrgicos e o objetivo principal é a conscientização de que servimos ao Sagrado, lidar com o sagrado com o devido amor e respeito.
“O ser humano só ama verdadeiramente aquilo que experimenta e conhece na intimidade”.





Cidinha: coordenadora paroquial da Pastoral Litúrgica


Pausa... cafezinho

Grupos de partilha







segunda-feira, 31 de março de 2008

Romaria Diocesana ao Convento da Penha - 29/03/08

A Romaria Diocesana ao Convento da Penha, que aconteceu no último sábado, 29 de março, reuniu cerca de cinco mil romeiros no Campinho do Convento, para celebrar a Missa Diocesana em louvor a Senhora da Penha. Pe. Luciano e paroquianos marcaram presença na romaria.











II DOMINGO DA PÁSCOA - 30/03/08

Estamos celebrando o II Domingo da Páscoa. Durante cinqüenta dias até a festa de Pentecostes estaremos sob esta perspectiva: da ressurreição do Senhor.
Páscoa que quer dizer passagem vem desde o Antigo Testamento, como ouvimos na leitura do Êxodo 14, 15-15, 1 na Vigília Pascal, a única do Antigo Testamento que não pode ser retirada devido ao seu grau de importância. O povo escravo do Egito atravessou o mar vermelho e entrou na terra prometida. Assim nós fazemos a nossa passagem da morte para a vida. A vida que nos é dada no nosso Batismo, fomos mergulhados na água e ungidos com o óleo, enxertados na vida do próprio Cristo.
A leitura dos Atos dos Apóstolos 2, 42-47, retrata o exemplo de comunidade: “eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações”. Colocavam tudo em comum, não porque eram ricos, mas porque pobre na perspectiva do Evangelho é aquele que é desapegado do que possui e não o que não tem nada materialmente.
A comunidade primitiva vivia da fé, do testemunho dos apóstolos. Os sinais eram numerosos em função da fé que abraçaram.
No Evangelho de João 20, 19-31 Jesus pôs-se no meio dos discípulos, no centro, de onde podia ser visto por todos os ângulos. Ele é o centro – o Senhor. A vida está em centrada em Jesus. Os discípulos mesmo depois de terem recebido o Espírito Santo, estavam de portas fechadas oito dias depois. Mais uma vez Jesus se coloca no meio deles transmitindo a paz e dessa vez se dirige a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel” Jo 20, 27. Tomé representa cada um de nós e somos chamados a fazer a mesma profissão de fé de Tomé: “Meu Senhor e meu Deus!”
A pergunta é: Cremos em Jesus Cristo???? Não basta crer, é necessário viver sob a perspectiva de Jesus. Somos a geração dos bem aventurados, os felizes, dos que creram sem terem visto o Senhor.
Nossas Missas, celebrações, círculos bíblicos, são lugares onde temos a oportunidade de vivenciar a experiência comunitária da fração do pão e das orações. Quantos momentos fortes de oração somos chamados na Paróquia e na comunidade. A Eucaristia que iremos receber daqui a pouco é Jesus que vai se dando, se repartindo para cada um de nós. Que a exemplo de Tomé possamos dizer: Meu Senhor e meu Deus!